domingo, 7 de junho de 2009

Medicina ortomulecular


A Medicina Ortomolecular, conceituada pelo duplo Prémio Nobel Linus Pauling, é uma especialidade médica que visa restaurar o organismo através da correcção dos desequilíbrios e deficiências observadas na bioquímica celular e genética individual, fazendo uso de substâncias naturais do próprio organismo, tais como vitaminas, minerais (oligoelementos), aminoácidos, enzimas e ácidos gordos.

Artigo do jornal


Hoje em dia deparamo-nos com o afastamento dos utentes das áreas hospitalares, para a cura de doenças do organismo, havendo, assim, uma maior procura das Medicinas Alternativas.O termo “Medicinas Alternativas” é principalmente usado para a descrição de diversas práticas sem a apropriada avaliação científica; estas práticas consistem na cura por via de métodos metafísicos e espirituais.A maioria das Medicinas Alternativas são baseadas em mais de 4000 anos de cultura oriental, sendo estas apresentadas por uma postura tão ou mais importante que a medicina convencional. Não há quem se preocupe mais com o nosso bem-estar que nós próprios, daí a doença não dever ser tratada mas, sim, evitada.Entre os vários tipos de tratamento, encontramos os tratamentos alopáticos, que são uma solução completa pois exigem alterações nos hábitos alimentares, exercício e uma mudança na própria maneira de enfrentar contrariedades, não sendo, assim, solução imediata para a sociedade.As Medicinas Alternativas fomentam o desenvolvimento da identidade cultural ao mesmo tempo que a diversidade; abrem o campo de possibilidade para o avanço social da comunidade. Podemos dizer assim, que a Medicina de cada povo é o rosto da própria cultura. Deve a Medicina voltar às suas próprias origens em vez de ser património apenas dos cientistas.
É um avançado sistema terapêutico de restabelecimento do equilíbrio orgânico. Quando entramos em contacto com as ondas electromagnéticas emitidas por pequenos magnetos colocados estrategicamente sobre o aparelho, estas vão agir como um "catalisador", acelerando as reacções químicas que ocorrem a todo instante no nosso organismo. Assim podemos manter um perfeito funcionamento dos nossos órgãos fundamentais que prezam a nossa boa saúde, sendo que este estímulo magnético facilitará o "tráfico" de informações entre eles.Mantendo nosso corpo em equilíbrio temos nas mãos a chave para resolvermos todos os problemas de saúde entrando em um campo de energia imune à doenças. Resumindo: corpo em equilíbrio = corpo livre de doenças.A maior parte destas reacções químicas que ocorrem no nosso organismo são controladas pelo nosso sistema nervoso, por isso o stress é tão prejudicial, pois ele age directamente sobre nosso sistema nervoso. Portanto, se o corpo conseguir manter os seus campos de energia correctamente equilibrados, as doenças degenerativas começarão a regredir até normalizar-se e a saúde retornará.

Medicina alternativa VS Terapêuticas complementares




Em todo o mundo praticam-se vários tipos de terapias alternativas, criando confusão nas várias nomenclaturas existentes; «alternativa», «complementar» e «não convencional».A Ordem dos Médicos da Grã-Bretanha, num relatório sobre terapias complementares, sugeria as seguintes definições: “outros sistemas de tratamento não muito usados pelos médicos convencionais” e “sendo os termos complementar, não convencional, natural, alternativa ou, não ortodoxa, usados de forma geral com o mesmo significado”.A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere uma definição de forma abstracta para as medicinas alternativas: “as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional” A diferença entre os termos «alternativa» e «complementar» é simples. Se um clínico de medicina convencional ou não convencional utiliza exclusivamente terapias alternativas, ele está a proceder a terapêutica «alternativa» em detrimento da ortodoxa ou convencional. Se por outro lado, o paciente estiver a ser normalmente seguido pelo seu médico convencional, por exemplo num problema músculo-esquelético, estando a tomar medicamentos prescritos pelo mesmo, mas recorrendo a um clínico osteopata, que trata problemas dos componentes mecânicos músculo-esqueléticos, o doente recorreu a uma terapia «complementar» à convencional.

Medicinas alternativas


Nos últimos anos, muito se tem falado sobre medicinas alternativas ou terapias complementares. No entanto, poucos são aqueles que sabem o que significam estes termos e em que medida essas terapias contribuem para uma melhoria do estado de saúde daqueles que as procuram. Tem sido até há poucos anos praticamente, de forma geral, a primeira se não a única opção para as populações, sobretudo ocidentais. Portugal não é excepção. Contudo, tem-se verificado que na última década, a procura de medicinas não convencionais por parte dos cidadãos tem-se intensificado. Infelizmente, o respeito e reconhecimento concedidos a estas terapêuticas são ainda limitados, pelo facto de haver pouca clarificação não só nos procedimentos, mas também na acreditação dos profissionais que as praticam.


O termo Medicina Alternativa é muito usado para descrever práticas médicas diversas da holopatia, ou medicina ocidental.Existem estudiosos do assunto que apontam que esta é uma definição inadequada, pois se deve considerar a medicina como constituída por métodos cientificamente validados de diagnóstico e tratamento, independente do fato de ser aplicada no oriente ou ocidente. Ainda, o termo holopatia foi criado pelo inventor da homeopatia como uma oposição ao princípio de "cura pelo semelhante" da homeopatia. Assim, o que estiver validado, mesmo que não convencional no meio, como fototerapia, faz parte do arsenal de diagnose e terapia. Estes mesmos estudiosos indicam que uma definição mais adequada para a medicina alternativa seria o conjunto de práticas de diagnose e terapia sem a apropriada validação científica, ou que sejam consideradas inacessíveis ao método científico experimental, o que neste último caso pode ocorrer nas práticas de cura via métodos metafísicos e espirituais, diferentemente das práticas médicas convencionais.

domingo, 22 de março de 2009

Tipos de chás


O chá preto é o mais popular. É produzido a partir da planta Camellia Sinensis, através de processos naturais de secagem, fermentação e oxidação. O chá preto é totalmente fermentado (o nome de chá preto deve-se à côr castanha escura acobreada que as folhas adquirem no final do processo). O chá Oolong é parcialmente fermentado, deixando um sabor delicado. O chá verde não é fermentado, e produz um sabor límpido e aromático.


Chá Preto – uma das mais conhecidas variedades é o English Breakfast, um chá forte, habitualmente tomado com um pouco de leite.

O seu consumo regular previne a ocorrência de ataques cardíacos e enfartes. Reduz níveis de colesterol no sangue.

Chá Verde – normalmente proveniente dos países asiáticos. Uma das variedades mais conhecida é o China Green Pekoe, que tem um sabor forte, fresco e ligeiramente adocicado; deve ser bebido simples, a qualquer hora do dia. Menos forte, o Japan Bancha é muito aromático, e de sabor doce e frutado. Pode ser bebido às refeições ou como refresco. O chá Gorreana (do tipo Orange Pekoe), produzido nos Açores, para além de muito saboroso é ainda um dos mais ricos em antioxidantes. A Gorreana tem a particularidade de possuir a única fábrica de chá da Europa.

É importante na prevenção do câncro, em casos de colesterol alto, cáries e gengivites (fluoreto). Protege contra um grande número de infecções fúngicas, bacterianas e virais (como as vulgares constipações). É bom para o trato digestivo e circulação sanguínea, torna mais lúcido o raciocínio. Pode interromper a diarreia. Previne a formação de pedras na vesícula e nos rins. Normaliza a função da tiróide. Facilita a regeneração da pele. Melhora a respiração dos asmáticos (por acção da teofilina).
Por outro lado, deverá limitar a ingestão de chá verde se tiver problemas de estômago, complicações cardiovasculares, tendência a cólicas ou ataques de ansiedade.

Chá Oolong - proveniente da China e Taiwan; o mais conhecido é o China Oolong (também conhecido como “China Ti Kwan Yin”, ou “Chá da Deusa de Ferro da Misericórdia”): este é um chá muito especial, de sabor suave e aromático, que se deve beber simples, sem qualquer adição de leite ou açucar.

O Chá Oolong é muitas vezes considerado um “meio-termo” entre os chás preto e verde.

Chá Branco (Sri Lanka) – este chá, bastante raro, deve ser bebido simples, após as refeições, como digestivo, ou como um leve chá da tarde.

Chás aromatizados – são feitos através da adição de sabores ao chá preto, verde ou Oolong. O mais famoso é o Earl Grey, conseguido através da adição de bergamota ao chá preto. O English Breakfast é também bastante conhecido, e o Lapsang Souchong tem-se tornado também bastante popular.
Cabelos secos - salsa (ramos), salva (folhas), urtiga (folhas), malvaísca.
Cabelos oleosos - alfazema (flores), calêndula (flores), Rosmaninho (flores), Hortelã (folhas).
Cabelos com caspa - camomila (flores), rosmaninho (flores), salsa (ramos), tomilho (flores).
Para tonificar o cabelo - calêndula (flores), rosmaninho (flores), salsa (ramos), agrião (folhas), salva (folhas).