domingo, 7 de junho de 2009

Ervanária


Uso de plantas Medicinais para o tratamento de quase todo o tipo de doenças ou sintomas, sem efeitos secundários, ao contrário dos medicamentos convencionais (químicos).

Medicina Homeopatia


Homeopatia (do grego homoios, semelhante + pathos, doença) é um termo criado por Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843) que designa um método terapêutico cujo princípio está baseado na similia similibus curantur ("os semelhantes curam-se pelos semelhantes"). É importante salientar que a homeopatia é comumente confundida com a fitoterapia ou com uma medicina mais natural, com relação aos produtos usados em suas formulações - o que não é verdade.O tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis, quando expostas a quantidades maiores. A droga homeopática é preparada em um processo chamado dinamização, consistindo na diluição e sucussão da substância em uma série de passos.Os altos níveis de diluição (variando de acordo com o medicamento), aliados ao grande número de estudos científicos com resultados negativos, fazem com que haja bastante controvérsia em torno do funcionamento da homeopatia.

Medicina ortomulecular


A Medicina Ortomolecular, conceituada pelo duplo Prémio Nobel Linus Pauling, é uma especialidade médica que visa restaurar o organismo através da correcção dos desequilíbrios e deficiências observadas na bioquímica celular e genética individual, fazendo uso de substâncias naturais do próprio organismo, tais como vitaminas, minerais (oligoelementos), aminoácidos, enzimas e ácidos gordos.

Artigo do jornal


Hoje em dia deparamo-nos com o afastamento dos utentes das áreas hospitalares, para a cura de doenças do organismo, havendo, assim, uma maior procura das Medicinas Alternativas.O termo “Medicinas Alternativas” é principalmente usado para a descrição de diversas práticas sem a apropriada avaliação científica; estas práticas consistem na cura por via de métodos metafísicos e espirituais.A maioria das Medicinas Alternativas são baseadas em mais de 4000 anos de cultura oriental, sendo estas apresentadas por uma postura tão ou mais importante que a medicina convencional. Não há quem se preocupe mais com o nosso bem-estar que nós próprios, daí a doença não dever ser tratada mas, sim, evitada.Entre os vários tipos de tratamento, encontramos os tratamentos alopáticos, que são uma solução completa pois exigem alterações nos hábitos alimentares, exercício e uma mudança na própria maneira de enfrentar contrariedades, não sendo, assim, solução imediata para a sociedade.As Medicinas Alternativas fomentam o desenvolvimento da identidade cultural ao mesmo tempo que a diversidade; abrem o campo de possibilidade para o avanço social da comunidade. Podemos dizer assim, que a Medicina de cada povo é o rosto da própria cultura. Deve a Medicina voltar às suas próprias origens em vez de ser património apenas dos cientistas.
É um avançado sistema terapêutico de restabelecimento do equilíbrio orgânico. Quando entramos em contacto com as ondas electromagnéticas emitidas por pequenos magnetos colocados estrategicamente sobre o aparelho, estas vão agir como um "catalisador", acelerando as reacções químicas que ocorrem a todo instante no nosso organismo. Assim podemos manter um perfeito funcionamento dos nossos órgãos fundamentais que prezam a nossa boa saúde, sendo que este estímulo magnético facilitará o "tráfico" de informações entre eles.Mantendo nosso corpo em equilíbrio temos nas mãos a chave para resolvermos todos os problemas de saúde entrando em um campo de energia imune à doenças. Resumindo: corpo em equilíbrio = corpo livre de doenças.A maior parte destas reacções químicas que ocorrem no nosso organismo são controladas pelo nosso sistema nervoso, por isso o stress é tão prejudicial, pois ele age directamente sobre nosso sistema nervoso. Portanto, se o corpo conseguir manter os seus campos de energia correctamente equilibrados, as doenças degenerativas começarão a regredir até normalizar-se e a saúde retornará.

Medicina alternativa VS Terapêuticas complementares




Em todo o mundo praticam-se vários tipos de terapias alternativas, criando confusão nas várias nomenclaturas existentes; «alternativa», «complementar» e «não convencional».A Ordem dos Médicos da Grã-Bretanha, num relatório sobre terapias complementares, sugeria as seguintes definições: “outros sistemas de tratamento não muito usados pelos médicos convencionais” e “sendo os termos complementar, não convencional, natural, alternativa ou, não ortodoxa, usados de forma geral com o mesmo significado”.A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere uma definição de forma abstracta para as medicinas alternativas: “as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional” A diferença entre os termos «alternativa» e «complementar» é simples. Se um clínico de medicina convencional ou não convencional utiliza exclusivamente terapias alternativas, ele está a proceder a terapêutica «alternativa» em detrimento da ortodoxa ou convencional. Se por outro lado, o paciente estiver a ser normalmente seguido pelo seu médico convencional, por exemplo num problema músculo-esquelético, estando a tomar medicamentos prescritos pelo mesmo, mas recorrendo a um clínico osteopata, que trata problemas dos componentes mecânicos músculo-esqueléticos, o doente recorreu a uma terapia «complementar» à convencional.

Medicinas alternativas


Nos últimos anos, muito se tem falado sobre medicinas alternativas ou terapias complementares. No entanto, poucos são aqueles que sabem o que significam estes termos e em que medida essas terapias contribuem para uma melhoria do estado de saúde daqueles que as procuram. Tem sido até há poucos anos praticamente, de forma geral, a primeira se não a única opção para as populações, sobretudo ocidentais. Portugal não é excepção. Contudo, tem-se verificado que na última década, a procura de medicinas não convencionais por parte dos cidadãos tem-se intensificado. Infelizmente, o respeito e reconhecimento concedidos a estas terapêuticas são ainda limitados, pelo facto de haver pouca clarificação não só nos procedimentos, mas também na acreditação dos profissionais que as praticam.


O termo Medicina Alternativa é muito usado para descrever práticas médicas diversas da holopatia, ou medicina ocidental.Existem estudiosos do assunto que apontam que esta é uma definição inadequada, pois se deve considerar a medicina como constituída por métodos cientificamente validados de diagnóstico e tratamento, independente do fato de ser aplicada no oriente ou ocidente. Ainda, o termo holopatia foi criado pelo inventor da homeopatia como uma oposição ao princípio de "cura pelo semelhante" da homeopatia. Assim, o que estiver validado, mesmo que não convencional no meio, como fototerapia, faz parte do arsenal de diagnose e terapia. Estes mesmos estudiosos indicam que uma definição mais adequada para a medicina alternativa seria o conjunto de práticas de diagnose e terapia sem a apropriada validação científica, ou que sejam consideradas inacessíveis ao método científico experimental, o que neste último caso pode ocorrer nas práticas de cura via métodos metafísicos e espirituais, diferentemente das práticas médicas convencionais.